O MODELO DA IDENTIDADE SOCIAL
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A variável da
É, de fato, pertinente esta observação, pois …
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O MODELO DA IDENTIDADE SOCIAL
A variável da
É, de fato, pertinente esta observação, pois o conhecimento de detalhes supérfluos pode condicionar a vontade de partilha, de pertença de um grupo e de inclusão social.
Pode verificar-se esta situação numa observação de um fórum, em que a inscrição no mesmo depende muitas vezes de apenas um gosto em comum, como a culinária ou os desportos motorizados. Os utilizadores partilham informações e gostos com os demais, sem no entanto conhecerem o(s) recetor(es) das suas mensagens e sentem-se parte integrante do grupo sem deterem um conhecimento aprofundado dos demais.
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A A variável da
É, de fato, pertinente esta observação, pois …
O MODELO DA IDENTIDADE SOCIAL
A A variável da
É, de fato, pertinente esta observação, pois o conhecimento de detalhes supérfluos pode condicionar a vontade de partilha, de pertença de um grupo e de inclusão social.
Pode verificar-se esta situação numa observação de um fórum, em que a inscrição no mesmo depende muitas vezes de apenas um gosto em comum, como a culinária ou os desportos motorizados. Os utilizadores partilham informações e gostos com os demais, sem no entanto conhecerem o(s) recetor(es) das suas mensagens e sentem-se parte integrante do grupo sem deterem um conhecimento aprofundado dos demais.
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O MODELO DA IDENTIDADE SOCIAL
A variável da identidade social apresentada por Walther como cond…
O MODELO DA IDENTIDADE SOCIAL
A variável da identidade social apresentada por Walther como condicionante dos índices de comunicação relacional é caracterizada pelos laços ou semelhanças criadas ou existentes nos elementos que comunicam e a sua influência na inclusão de um grupo. Defende Walther que a ausência de comunicação não-verbal facilita a referida inserção em determinado grupo, pois não soma divergências desnecessárias ao relacionamento entre as partes e que esta ocorrência se pode verificar frequentemente em grupos CMC.
É, de fato, pertinente esta observação, pois o conhecimento de detalhes supérfluos pode condicionar a vontade de partilha, de pertença de um grupo e de inclusão social.
Pode verificar-se esta situação numa observação de um fórum, em que a inscrição no mesmo depende muitas vezes de apenas um gosto em comum, como a culinária ou os desportos motorizados. Os utilizadores partilham informações e gostos com os demais, sem no entanto conhecerem o(s) recetor(es) das suas mensagens e sentem-se parte integrante do grupo sem deterem um conhecimento aprofundado dos demais.
A COMUNICAÇÃO HIPERPESSOAL
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O MODELO DA COMUNICAÇÃO HIPERPESSOAL
Este modelo de comunicação foca-se nos quatro elementos c…
O MODELO DA COMUNICAÇÃO HIPERPESSOAL
Este modelo de comunicação foca-se nos quatro elementos constantes no processo comunicacional tradicional: o emissor, o recetor, o canal e o feedback e no processamento psicológico recorrente de cada um. Segundo Wather (1995) a sua singularidade prende-se com a efetividade da comunicação numa forma assíncrona e na inexistência de contato visual. Wather defende que os laços decorrentes deste tipo de comunicação são muitas vezes superiores à afinidade gerada de um contato presencial e denomina este género de interação de comunicação de hiperpessoal.
Esta perspetiva permite que os intervenientes no processo comunicacional criem uma imagem melhorada de si, dos seus interesses e das suas vivências, fabricando assim a moldura do seu ‘eu’ real à imagem do seu ‘eu’ ideal. Permite igualmente geral afinidades entre os interlocutores de um modo mais fácil e confortável e sem os efeitos (muitas vezes) contraproducentes da linguagem corporal, do aspeto físico, da linguagem utilizada, ou do raciocínio lógico instantâneo. Os elementos desta comunicação criam a sua própria imagem, têm tempo para analisar que tipo de linguagem vão utilizar, é-lhes permitida a análise cuidada e repetida do que lhe foi dito e tempo para compreender a mensagem, evitando assim mal entendidos muitas vezes consequência do canal utilizado ou dos ruídos presentes na comunicação.
É, na verdade uma perspetiva interessante esta a de Wather, na minha opinião uma perspetiva consolidada e realista de um dos métodos comunicacionais mais utilizados na sociedade contemporânea. A comunicação hiperpessoal é indubitavelmente sinónimo de comunicação fácil e descomplicada e opino que é uma comunicação real embora pouco pessoal e realista no que respeita ao ‘todo’ do interlocutor. Ficará sempre em falta a observação da linguagem corporal e a capacidade de resposta imediata que acontece na comunicação síncrona. Podem realmente ser cumpridos os objetivos da comunicação e a conversação pode ser proveitosa e real. Afinidades entre os interlocutores poderão existir, mas baseadas na forma de escrita, nos conteúdos dos temas e inclusive no sentido de humor. Estas são características reais de quem comunica através da escrita e afinidades poderão surgir, mas só continuarão a ser reais em ambiente virtual.
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Alexandra
EDUCAÇÃO E INTERNET
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Alexandra
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